À falta de futebol nos Estádios, a última semana foi (ainda) passada sobre a discussão do lance do último Benfica-Nacional, no qual o árbitro Pedro Henriques anulou - a meu ver bem, mas também não me espantaria se tivesse feito o contrário, porque o lance é muito complicado - um golo ao Benfica nos derradeiros minutos do desafio.
Se foi mão de Miguel Vítor na bola, ou bola na mão de Miguel Vítor é para este post irrelevante, porque dificilmente se chegará a um consenso. Agora, o que me parece relevante discutir é a falange de apoio reunida por ex-árbitros, agora comentadores, que se mostraram, na sua maioria, contra a posição de Pedro Henriques.
Quando passa de árbitro a comentador de arbitragem, a pessoa arrisca-se a ser admirada pelos adeptos, que depressa esquecem todas as más decisões que criticaram na última década. É o que está a acontecer com Jorge Coroado e outros que tal.
Mas Pedro Henriques está sozinho, contra todos os ex-árbitros que, quando ainda andavam pelos relvados eram odiados, mas neste instante viraram especialistas de alto nível. Por isso, eu estou com Pedro Henriques.
há coisas que eu não consigo compreender!
ResponderEliminarantes de mais... sou Portista.
ora um árbitro é um "juiz" pelo que ´tal como vem na lei só deve intervir se tiver a certeza de existência de uma ilicitude à lei.
nesse, como em tantos outros lances, o arbitro só deve interromper se tiver a certeza... se há dúvidas, e a FIFA não deixa recorrer a imagens, então que "siga o baile"!
Para mim é muito mais grave e de provável maldade/intencionalidade que o arbitro assinale falta quando não tem a certeza do que ignorar e deixar seguir lances duvidosos.
Seja a falta, a intencionalidade da mão, ou o fora-de-jogo... havendo dúvidas deve seguir!
alias devia acontecer como em tribunal. se o árbitro assinalou sem certeza... o clube devia ter o direito de reclamar.