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domingo, 30 de novembro de 2008

Paixão continua... em forma


Duas semanas depois do polémico Sporting-FC Porto para a Taça de Portugal, Bruno Paixão voltou hoje aos relvados, com uma actuação bem ao seu estilo, ou seja polémica.

No Varzim-Santa Clara (2-1), jogo entre equipas que estão no topo da classificação da Liga de Honra, o árbitro apontou três grandes penalidades, deixando os treinadores das duas equipas irritados.

Vítor Pereira, treinador do Santa Clara, questionou a competência de Bruno Paixão: "Admiro os árbitros competentes, mas eles têm de provar a sua competência todos os Domingos. Não sou ninguém para avaliar a competência dos árbitros, mas deixo isto no ar", afirmou, acrescentando ainda que não viu razões para serem marcados três penáltis no jogo: "Há um problema, se cada toque que se dá no adversário é penálti ou falta".

Já Rui Dias, técnico do Varzim disse que na Póvoa não esteve o Bruno Paixão que conhece - talvez por ter ganho o jogo digo eu - sendo menos crítico, embora reconhecendo que o juiz não esteve bem: "Não veio o Bruno Paixão que eu conheço, e não deu o que ele pode dar".

Não tive oportunidade de ver o jogo, nem de visionar qualquer lance, mas pelos relatos que me chegaram, pelo menos dois dos penáltis - um para cada lado - não têm razão de ser, o que só me leva a crer que Bruno Paixão voltou da suspensão que lhe foi imposta igual a si próprio.

Continua a demonstrar que não tem competência para apitar nos campeonatos profissionais, embora continue sucessivamente a ser escalado pela Comissão de Arbitragem, a mesma que o «castigou», para jogos da maior importância.

Será que Vítor Pereira ainda não percebeu que Bruno Paixão deve ser banido da arbitragem? Mas se não percebeu é porque não tem capacidade para exercer o cargo que ocupa e então, deve ser banido também.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Paixão de fora... outra vez


Bruno Paixão voltou a ficar de fora da lista de árbitros nomeados para a próxima jornada das competições profissionais, na sequência da polémica arbitragem no jogo da Taça de Portugal entre Sporting e FC Porto.

Depois de ter sido contemplado com a nota Bom no encontro da Taça, o tema é inevitável e desta feita até vou defender Bruno Paixão.

Sim o juiz de Setúbal é mau, mas só o é, porque alguém viu nele qualidades para arbitrar jogos da primeira categoria em Portugal, sendo certo que nos distritais deve haver alguns de qualidade bastante superior, o que também não é difícil.

Mas na verdade, Bruno Paixão está a ser vitima de uma injustiça. Ficar de fora dois fins-de-semana seguidos depois de receber um Bom, é como se um qualquer estudante universitário ficasse no desemprego, depois de concluir o curso com nota de 20 valores.

Paixão tem assim razões de queixa. O homem teve Bom e como «prenda» fica dois jogos em casa! De facto não se compreende e o próprio deve estar com a cabeça às voltas. O que mais terá que fazer para voltar a ser chamado?

A menos, que o observador responsável por tão extraordinária avaliação, também esteja em «descanso», a atitude da Comissão de Arbitragem é incompreensível. Mas, já que neste país costuma andar tudo ao contrário, que assim se mantenha, pelo menos até que Bruno Paixão deixe de ter idade para apitar jogos de futebol.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Desculpem qualquer coisinha!


Afinal Bruno Paixão esteve em bom plano no Sporting-FC Porto do último Domingo a contar para a Taça de Portugal.

Pelo menos foi a essa a avaliação que os jornais revelam ter sido feita pelo observador Albano Fialho (na foto), que em entrevista à RTP não nega ter dado a referida nota, revelando-se ainda de "consciência tranquila".

Ou seja, não ficaram por marcar pelo menos quatro grandes penalidades em Alvalade, não foram mostrados uma série de cartões que não se aplicavam, nem ficaram outros no bolso quando deveriam ter saído - sobretudo vermelhos -, não houve dualidade de critérios em lances semelhantes, enfim Bruno Paixão fez um bom trabalho.

Então, mas se o juiz de Setúbal esteve assim tão bem, porque ficou fora dos «convocados» para a próxima ronda da Liga? Pode a arbitragem portuguesa dar-se ao luxo de excluir um árbitro com semelhante capacidade?

E o presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Carlos Esteves, que, em declarações ao Maisfutebol, diz que se a avaliação foi positiva, conforme foi divulgada pela imprensa, "é porque a arbitragem não foi tão má como dizem", acrescentando que "o observador tem razão para dar a nota que deu, porque afinal o árbitro não esteve tão mal como se diz". Mas este senhor por acaso viu o jogo?

Porém, a melhor tirada de Carlos Esteves é esta: "O técnico de arbitragem é que sabe e conhece, vocês [jornalistas] não." Mas, estaremos todos cegos?

Com toda a defesa e branqueamento, que a actuação de Bruno Paixão, em Alvalade, está a merecer por parte daqueles, que mais deviam zelar pelo bom funcionamento da arbitragem em Portugal, fico com ideia que de facto tudo está bem, quando acaba bem.

Desculpe lá qualquer coisinha!


terça-feira, 11 de novembro de 2008

A Paixão de Bruno


Bruno Paixão é o homem de quem se fala nos últimos dias. Tudo por causa da vergonhosa a arbitragem que fez no último Sporting-FC Porto para a Taça de Portugal.

Estou em crer que grande maioria dos árbitros em Portugal não é de facto corrupta, simplesmente é (e muito) incompetente para exercer a função. De tal forma que quando ouço dizer que o grande mal do futebol português é não ter um ponta-de-lança, penso precisamente que o mal é mesmo não ter um único árbitro de categoria.

Bruno Paixão é um desses homens e a actuação de Domingo prova-o, mas não foi nenhum exclusivo, uma vez que toda a carreira deste árbitro tem sido pautada por actuações vergonhosas.

No Domingo vimos um fartote de disparates, prejudicando as duas equipas, deixando penaltis por marcar, cartões (alguns vermelhos) que ficaram no bolso, outros saíram de forma incompreensível, faltas marcadas ao contrário, enfim, o juiz não acertou uma que fosse.

No dia 8 de Novembro, em declarações à TSF, Bruno Paixão prometeu, pelo seu trabalho e dos seus colegas, "muito rigor, empenho, disciplina e concentração", com vista a conseguir, juntamente com as duas equipas, proporcionar "um bom espectáculo".

Ou seja, tudo aquilo que não conseguiu fazer durante um minuto que fosse, dos 120 que se jogaram em Alvalade. A incompetência é tanta que a certa altura do jogo dei comigo a pensar: Este tipo só pode estar a brincar!

Isto porque e friso de novo, não prejudicou mais uma equipa que a outra, a asneira foi completa e por isso, até parece que a verdadeira Paixão do árbitro, é irritar-nos e mostrar quão incompetente consegue ser quando quer.

É caso para dizer: Senhores (do Conselho de Arbitragem da Liga) perdoem-lhe, ele não sabe mesmo o que faz, mas não se esqueçam de lhe dar já a reforma!