
O Belenenses recebe no próximo fim-de-semana o Benfica em partida da Liga Sagres, pelo que aproveito desde já para aconselhar os dirigentes do emblema do Restelo a chamarem a polícia, ou a Prosegur, não para prestarem a normal segurança em torno dos espectáculo, mas para que possam evitar que os «azuis» sejam roubados.
Isto, porque depois do Benfica de ter sido escandalosamente beneficiado pela arbitragem nos encontros com o Guimarães (Taça da Liga), o Sp. Braga (Liga Sagres) e o próprio Belenenses (Taça da Liga), parece que os árbitros perderam de vez a vergonha e, não vá o diabo tecê-las, é melhor prevenir que remediar.
Já se sabe que os árbitros em Portugal são por natureza fracos e incompetentes, mas nos últimos jogos do Benfica temos assistido a coisas surreais, com os juízes a terem influência directa nos resultados.
Curiosamente, tudo começou após o Benfica-Nacional, partida na qual o árbitro Pedro Henriques anulou - quanto a mim bem, mas isso nem é o mais importante como verão em seguida - um golo a Cardozo obtido em cima do minuto 90, o que motivou largos protestos dos dirigentes encarnados.
A diferença entre este lance e aqueles em que o Benfica foi beneficiado nos jogos supracitados é apenas uma. O golo anulado por Pedro Henriques é num lance tão difícil de analisar, que ainda hoje não existe consenso e logo fica o beneficio da dúvida para o juiz. Já quanto ao penálti não assinalado em Guimarães, a favor do Vitória; quanto ao golo de David Luiz em fora-de-jogo e penálti cometido por Luizão diante do Braga e legalidade do golo do Belenenses na partida de ontem, não fica qualquer dúvida.
Outra coisa que não deixa dúvidas é que (para alguns) berrar compensa, mesmo que sem razão.